No passado, seis catacumbas judaicas existiram entre o século II a.C. e o século V d.C. Com o passar do tempo, apenas duas catacumbas resistiram: Villa Randanini e Villa Torlonia. Atualmente, estão em andamento esforços para restaurar a Villa Torlonia.
Naquela época, os terrenos em Roma eram caros e, em Israel, havia um sistema de sepultamento semelhante, chamado de sepulturas Kukhim. Portanto, a comunidade judaica de Roma utilizou as catacumbas pagãs existentes, abandonadas durante as invasões bárbaras e esquecidas até o século XIX. Essas catacumbas não apenas atendiam às necessidades econômicas e práticas, mas também estavam alinhadas com os ensinamentos bíblicos. Consequentemente, eles se tornaram o local de descanso ideal para pessoas comuns e escribas.
Descoberto em 1859 por um padre e arqueólogo italiano, o local está aninhado sob um vinhedo particular (vigna) pertencente a uma marquesa. Ele possui um status distinto no Mediterrâneo devido ao seu notável estado de preservação e à abundância de decorações pictóricas que refletem as tradições pagãs e judaicas, acompanhadas de inscrições.