ENDEREÇO
Piazza di Trevi, 00187 Roma RM, Italy
Horários
9:00–22:00
VISITANTES POR ANO
2500000
INGRESSOS
A partir de US$ 27,41
NÚMERO DE ENTRADAS
2
A Fontana di Trevi tem quase 26 metros de altura e 49 metros de largura, o que a torna a maior fonte barroca de Roma.
Cerca de € 3.000 em moedas são jogadas na fonte todos os dias - mais de € 1,5 milhão por ano - que são coletadas e doadas para caridade.
A fonte foi construída na junção de três ruas ("tre vie"), que é a razão de seu nome.
Você ouve a água antes mesmo de ver o monumento; depois, a praça se abre e toda a fachada parece se mover de uma só vez — rocha, mármore, cavalos, respingos e as pessoas que se aglomeram ao redor da bacia para aquele único lançamento de moeda para trás. Mesmo numa praça lotada, a fonte tem um verdadeiro impacto teatral.
Foi construído como o grande ponto terminal do antigo aqueduto Aqua Virgo, projetado para transformar o abastecimento de água de Roma em um espetáculo público. É por isso que parece maior do que uma fonte: foi feita pra mostrar a abundância, a engenharia e o poder papal esculpidos na pedra.
A recompensa emocional é excepcionalmente específica. Você sai de lá com a sensação de que Roma consegue transformar infraestrutura em mito — de que algo tão prático quanto um aqueduto pode se tornar um ritual público que milhões de pessoas ainda repetem.
Pule essa parte se multidões densas, visitar o local em pé e uma visita curta focada mais no clima do que nos interiores ou nas coleções não forem do seu interesse.

A figura central colossal domina toda a composição, bem ali embaixo do Palazzo Poli. Primeiro, afasta-te um pouco, depois aproxima-te; só dá pra perceber bem a dimensão quando você vê como a estátua domina a praça.
Um cavalo-marinho está calmo, o outro inquieto — uma forma barroca de mostrar as mudanças de humor do mar. É fácil não percebê-los no meio da multidão, então dá uma parada nos ângulos laterais, em vez de ficar só olhando pro centro.
Essas figuras laterais transmitem a mensagem mais profunda da fonte: a água como riqueza cívica e bem-estar público. Vale a pena dar uma olhada com mais calma, principalmente se você quiser algo além da típica foto do lance de moeda.
É na piscina rasa que rola o ritual mais comum de Roma. O acesso durante o dia à área de observação inferior é controlado, então, de manhã cedo ou no final da noite, você tem mais espaço pra aproveitar direitinho.
A fonte está embutida na parede de um palácio, e é por isso que parece um cenário de teatro. Repara como as colunas, os nichos e as esculturas se fundem em um único cenário arquitetônico gigantesco.
A poucos passos daqui, esse sítio arqueológico revela o antigo sistema de abastecimento de água que fica debaixo do bairro. O acesso é separado e vale a pena planejar com antecedência; isso transforma uma parada rápida para tirar fotos em uma visita rica em história romana.
Reserve uns 20 a 30 minutos se quiser curtir a vista clássica da fonte, tirar fotos e jogar uma moeda. Reserve de 60 a 90 minutos se você também for visitar o subterrâneo do Vicus Caprarius ou se quiser ver a fonte uma vez durante o dia e outra depois de escurecer.
Começa pela borda superior da Piazza di Trevi para admirar a fachada inteira antes de descer. Se houver controle de fluxo de pessoas durante o dia, entra pela escadaria central, dá uma parada na fonte pra tirar fotos e jogar a moeda, e depois sai pela Via dei Crociferi. Se você for visitar o local subterrâneo, faça isso antes ou logo em seguida, usando a entrada separada no Vicolo del Puttarello.
Imperdível: o Oceanus, os cavalos-marinhos e os Tritões, a vista do nível da piscina e o cenário completo do Palazzo Poli. Opcional: o subterrâneo do Vicus Caprarius e uma segunda visita no final da noite, o que acrescenta de 30 a 45 minutos e cria um clima bem diferente.
O Panteão fica a cerca de 10 minutos a pé e oferece o contraste arquitetônico mais marcante. A Escadaria Espanhola é outra parada fácil de incluir, e a Piazza Navona é uma ótima opção se você quiser fazer uma caminhada mais longa pelo centro de Roma.
Fazer o passeio no seu próprio ritmo é uma boa opção se você quiser principalmente ver a fonte, curtir o ritual e fazer uma parada rápida entre outros pontos turísticos de Roma. Vale a pena fazer uma visita guiada se você quiser que o simbolismo barroco e a história do aqueduto sejam explicados com clareza, principalmente na parte subterrânea. O Passeio pela Fonte de Trevi + Aquedutos Subterrâneos é a melhor opção para quem quer conhecer a fundo; já o Passeio a pé guiado pela Fonte de Trevi e pela Piazza Navona é ideal pra quem tá visitando Roma pela primeira vez e quer incluir a Fonte de Trevi num roteiro mais abrangente pela cidade.
A Fonte de Trevi é o barroco em toda a sua plenitude. A fachada do palácio não se limita a emoldurar a fonte; ela se torna parte dela, de modo que todo o monumento parece um palco esculpido, com a água jorrando sobre rochas artificiais irregulares até a bacia abaixo. Olha só como a arquitetura se fecha em torno de Oceano, no centro, e depois se abre em movimento nas bordas, com tritões, cavalos-marinhos e pedras em cascata. O contraste é o ponto principal: colunas rígidas atrás, movimento fluido na frente. O travertino dá à superfície aquela cor quente típica de Roma, principalmente sob a luz do fim da tarde, enquanto o som e os respingos fazem com que o monumento pareça maior do que a praça onde está.
O Papa Clemente XII mandou construir a fonte para homenagear o abastecimento de água de Roma e dar à cidade um grandioso ponto de chegada para o aqueduto Aqua Virgo. Nicola Salvi projetou a obra, e Giuseppe Pannini a concluiu em 1762, transformando a fachada do Palazzo Poli em um espetáculo público.
Jogar uma moeda na Fonte de Trevi é importante porque já não é só uma superstição turística; virou parte da vida cívica da cidade. Todo dia, milhares de euros caem na bacia, e o dinheiro é arrecadado para caridade, em vez de ficar lá só como decoração. Isso dá ao ritual um caráter tipicamente romano: um desejo particular se transforma em uma doação pública. Isso também explica por que a fonte parece ser, de forma incomum, um lugar que convida à participação, para um monumento. As pessoas não vêm só pra dar uma olhada nisso. Eles chegam esperando participar de um dos rituais coletivos mais conhecidos de Roma.
Não, você não precisa de ingresso pra ver a fonte em si. O acesso durante o dia à área de observação inferior é gratuito, mas é controlado, enquanto os passeios pagos só valem a pena se você quiser um guia ou acesso ao subsolo.
Sim. Você ainda pode curtir vistas amplas das bordas superiores da Piazza di Trevi sem precisar entrar na área de baixo. Essa costuma ser a melhor opção quando você quer tirar fotos, e não a posição de “cara ou coroa”.
Depois das 21h, o sistema de acesso diurno supervisionado acaba e fica mais fácil dar uma passada por lá de forma mais casual. É uma das melhores épocas para vir se você quer um clima mais fresco, menos gente e iluminação noturna.
As opções mais claras são o Passeio Guiado pelo Subterrâneo do Bairro de Trevi e o Passeio pela Fonte de Trevi + Aquedutos Subterrâneos. Ambos vão além da própria praça e incluem o aqueduto e as ruínas romanas que ficam embaixo do bairro.
No momento, não. A área regulamentada mais baixa é acessada por escadas, e o local subterrâneo também tem escadas. A praça de cima é mais fácil de chegar, então essa é a melhor opção pra curtir a vista sem obstáculos.
Se você só tiver tempo para visitar um dos anexos, escolha o Panteão para ver o contraste mais marcante entre o espetáculo barroco ao ar livre e a engenharia antiga no interior do edifício. Se você quiser um passeio mais tranquilo, a Escadaria Espanhola é a opção mais fácil.
É, mas fica mais fácil quando a galera vai embora de manhã cedo ou mais tarde à noite. Fica perto das barreiras de segurança, vira-te de costas para a piscina e não suba na borda.



Passeio guiado a pé pela Fontana de Trevi e Piazza Navona
O melhor de Roma: Passeio a pé pela Escadaria Espanhola, Fonte de Trevi e Panteão
Tour pela Fonte de Trevi + Aquedutos Subterrâneos
Tour guiado no subsolo do bairro de Trevi